Escolher um vestido de noiva já não é uma tarefa simples. Quando a ocasião é uma renovação de votos, 15 anos depois do casamento, a missão pode ganhar ainda mais significado. Fabiana Justus viveu esse dilema em 2026 e, antes de chegar ao look que usaria para dizer “sim” novamente a Bruno Levi D’Ancona, testou diferentes silhuetas, tecidos e propostas!
O casal, que oficializou a união em abril de 2011, celebrou 15 anos de casamento em uma grande festa no Txai Resort, em Itacaré, no litoral sul da Bahia, em 22 de agosto. A comemoração reuniu cerca de 250 convidados e marcou uma nova etapa (bem luxuosa!) na história dos dois.
E o vestido escolhido para a cerimônia não foi qualquer modelo. Fabiana apareceu com uma criação exclusiva do estilista francês Stéphane Rolland, em tom off-white, com flores tridimensionais aplicadas ao longo da peça e uma cauda removível. A produção ainda ganhou uma flor nos cabelos e brincos de diamantes em formato quadrado.
Mas, antes de chegar ao visual definitivo, a influenciadora mostrou nas redes sociais nesta terça-feira (1º) algumas das alternativas que entraram na disputa. E havia opções para praticamente todos os gostos: renda, tule, cetim, modelagem sereia, saia princesa, decote tomara que caia e até uma produção com enormes flores esculturais. Vamos aos detalhes!
A variedade das opções mostra que Fabiana não ficou presa a um único estilo. Entre os modelos avaliados, aparecem tanto vestidos minimalistas e estruturados quanto peças de renda trabalhada e propostas mais dramáticas.
Uma das opções apostava em uma estética clássica, mas com um detalhe de impacto na parte posterior. O vestido off-white tem tecido com aparência de cetim ou tafetá, decote reto tomara que caia e corpete com leve drapeado horizontal.
A cintura aparece em uma posição mais baixa, no chamado corte dropped waist, enquanto a saia godê ganha amplitude por meio de pregas verticais marcadas. Nas costas, o visual é complementado por um grande elemento estruturado de tecido, que lembra um laço ou volume drapeado. É o tipo de vestido que concentra a informação fashion principalmente na parte de trás, criando um efeito mais dramático quando a noiva se movimenta.
Para quem imagina uma noiva completamente envolvida por renda, essa opção é uma das mais românticas da seleção. O vestido longo é confeccionado em renda guipure com desenhos arabescos sobre fundo claro. O busto tomara que caia tem decote coração sutil e construção estruturada.
O grande diferencial está na cintura basque, que desce em formato de “V” pela região da bacia antes de dar lugar à saia ampla e rodada. A proposta ainda conta com cauda, reforçando a aparência tradicional de vestido de noiva.
Entre as opções, Fabiana também experimentou uma silhueta sereia clássica, mas inteiramente trabalhada em renda. O vestido tem desenhos florais e arabescos em tom sobre tom, com corpete estruturado e decote tomara que caia. No busto, o recorte cria uma espécie de desenho de coração ou envelope.
A modelagem acompanha o corpo ao longo do quadril e segue ajustada até a barra, característica que define a silhueta sereia. O resultado é uma proposta mais marcada, elegante e feminina.
A quarta opção parte do mesmo vestido sereia de renda, mas ganha uma transformação importante: uma sobre-saia volumosa em tecido liso. A peça adicional é acoplada à região lateral da cintura, cobre parcialmente o quadril e acrescenta volume à produção. Na parte posterior, transforma-se em uma cauda longa e fluida.
Na prática, o modelo permite duas leituras de uma mesma base: a silhueta sereia mais ajustada e, com a sobre-saia, uma versão muito mais volumosa e teatral.
O romantismo aparece novamente em uma proposta de linha A. O vestido tem corpete com decote coração levemente drapeado e uma saia ampla, mas o grande destaque está na superfície do tecido.
Sobre o tule, flores e folhas em relevo 3D aparecem distribuídas continuamente desde a região do peito até a extensão da saia. O efeito cria textura e volume sem depender de uma construção extremamente rígida. É uma opção que combina a delicadeza das aplicações florais com uma silhueta tradicionalmente associada ao universo das noivas.
Fabiana também testou uma alternativa bem diferente do tomara que caia: um vestido de gola alta no estilo halter, deixando os ombros totalmente à mostra. A peça longa recebe sobreposição de renda recortada com motivos florais vazados. A modelagem é acinturada e a saia ganha bastante volume a partir do quadril.
O contraste entre a gola alta e os ombros descobertos muda completamente a leitura do visual, criando uma proposta mais sofisticada e menos convencional.
Se a ideia era encontrar um verdadeiro vestido de princesa, essa opção não economiza em volume. O modelo tem corpete tomara que caia estruturado e acabamento liso, combinado a uma saia bastante volumosa formada por camadas de tule.
O detalhe que transforma a produção está nos braços: mangas removíveis no estilo ombro a ombro, confeccionadas em material transparente e com efeito bufante. Os punhos ajustados criam ainda mais contraste com o volume das mangas. Assim, a mesma base poderia assumir uma aparência mais limpa sem as mangas ou uma estética mais romântica e dramática com o acessório.
Entre os modelos mais fashionistas da seleção está o vestido de corte reto e ajustado, confeccionado em tecido plano liso e fosco. A saia traz uma fenda discreta, mas o foco absoluto está na parte superior. O decote ombro a ombro é envolvido por uma estrutura volumosa de babados e esculturas de tecido que remetem a grandes pétalas de flores.
É uma proposta menos tradicional do que o vestido princesa e mais próxima de uma peça escultural, em que o desenho do próprio vestido funciona como elemento de destaque.
Outra opção aposta em uma estética mais dramática. O vestido tem tecido estruturado com brilho acetinado e aparência levemente drapeada ou amassada. O decote é tomara que caia e apresenta uma abertura em “V” na região central do busto. Sobre ela, uma enorme flor esculpida em tecido se transforma no ponto focal da produção.
A saia godê, por sua vez, tem franzido na cintura e cria volume para acompanhar o efeito da flor. É uma escolha que mistura o romantismo do elemento floral com uma construção mais escultórica.
Fechando a seleção, outro vestido de estética clássica e estruturada. O modelo tem tecido liso, corpete ajustado e decote reto tomara que caia. Um detalhe drapeado aparece na região do peito, acrescentando textura à parte superior.
A construção da cintura chama atenção: a transição entre corpete e saia acontece em uma linha arredondada e rebaixada na região da bacia. A partir dali, surgem pregas responsáveis pelo volume da saia. É uma proposta minimalista na superfície, mas com uma modelagem trabalhada para criar uma silhueta marcante. Veja as fotos em nossa galeria acima!
Depois de passar por tantas possibilidades, Fabiana não escolheu nem a sereia de renda, nem o princesa de tule, nem os modelos de cetim com grandes flores. Para a cerimônia na Bahia, a escolha foi um vestido exclusivo de Stéphane Rolland, em off-white, com flores tridimensionais e cauda removível. A possibilidade de retirar a cauda permitiu transformar a produção ao longo da celebração.
A decisão acabou reunindo elementos que apareciam de diferentes maneiras nas opções anteriores: o romantismo das flores, o impacto de uma cauda e a possibilidade de modificar a silhueta. Só que, no look definitivo, esses elementos ganharam uma leitura própria, criada especialmente para Fabiana.