Catherine Kuehn, recordista mundial de levantamento de peso aos 95 anos: 'Não sei qual é o segredo para estar saudável aos 95. Simplesmente me mantenho ativa, não fico sentada no sofá assistindo TV'
Publicado em 11 de setembro de 2026 às 00:32
Por Luiz Eugênio de Castro | Reality show, redes sociais e TV
Leonino apaixonado por entretenimento e cultura pop! Filho legítimo de Britney Spears e obcecado pela Anitta, claro!
Aos 95 anos, Catherine Kuehn mostra que força, movimento e autonomia podem continuar fazendo parte da vida mesmo na terceira idade
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Aos 95 anos, Catherine Kuehn conquistou algo pouco comum: tornou-se uma referência de força e vitalidade na terceira idade. Ela é conhecida como “Strong Grandma”, ou simplesmente “avó forte”, e essa norte-americana demonstra que envelhecer não significa abrir mão da atividade física nem da independência!

Essa simpática vovó é capaz de levantar mais de 60 quilos na barra. E não, ela não pratica musculação desde jovem. Na verdade, começou a se dedicar a esse universo já na terceira idade. Sua história é contada em um documentário dirigido por Cecilia Brown e Winslow Crane, que mostra como Catherine transformou os exercícios com pesos em parte habitual de sua rotina - incluindo movimentos como o levantamento terra, que ela pratica regularmente.

Mas o que há de mais fascinante em tudo isso? Aos 95 anos, Catherine estabeleceu um recorde mundial de powerlifting ao levantar 133,3 libras, o equivalente a aproximadamente 60,5 quilos. “Ganhei todas as competições das quais participei”, conta ela no documentário.

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“Lembro-me de quando participei da minha primeira competição. Eu estava muito nervosa e assustada”, recorda. “Participar da primeira competição foi constrangedor. Na competição, você precisa usar um collant de luta livre, uma peça que não é exatamente muito favorecedora para uma mulher, independentemente do corpo”, diz, divertida.

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Muito além de levantar pesos

O documentário mostra que a rotina de Catherine não se resume à sua impressionante capacidade de levantar pesos. O exercício faz parte de sua vida cotidiana. Ela combina exercícios como agachamentos, movimentos com cargas leves e atividades voltadas para melhorar sua capacidade funcional - muito além de simplesmente conseguir levantar determinada quantidade de quilos.

A própria Catherine reconhece que os treinos não apenas melhoraram sua condição física, mas também se tornaram uma ferramenta para que ela se sentisse melhor consigo mesma e fortalecesse sua confiança. “Comecei a levantar pesos com meu marido quando tinha 80 anos, porque eu tinha osteopenia”, conta.

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Hoje, ela mantém uma rotina de treinos: “Treino com Dean às terças e quintas-feiras e com minha parceira de treinamento, Peggy Neil”.

Catherine conta, entre risadas, que Dean não perde a oportunidade de brincar com Peggy durante os treinos. Para ela, Peggy “ocupa o lugar que seu marido deixou quando morreu”.

Um estilo de vida ativo

A vida saudável dessa vovó, porém, não se resume aos pesos. Ela também mantém uma alimentação equilibrada, bebe bastante água e respeita os momentos de descanso - um conjunto de hábitos que contribui para que permaneça com energia ao longo do dia.

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“Não sei qual é o segredo para estar saudável aos 95. Simplesmente me movimento. Não fico sentada no sofá vendo televisão. Mexa-se o máximo que puder. Esse é o único conselho que posso dar”, afirma Catherine.

Além dos benefícios físicos, a academia também proporciona a ela uma vida social ativa. Catherine compartilha os treinos com sua amiga e também conta com a presença da família, que a acompanha nas competições e em seu dia a dia.

E esse é justamente um dos principais recados transmitidos por sua história: envelhecer envolve mudanças físicas inevitáveis, mas o declínio da capacidade funcional não é necessariamente determinado pela idade. Manter-se ativo pode ajudar a preservar diversas capacidades e, nesse sentido, Catherine é um exemplo claro. “Enquanto eu puder cuidar de mim mesma, quero continuar vivendo”, afirma.

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