Como Eliza Samudio deixou Portugal sem passaporte? A explicação do Itamaraty sobre o documento encontrado em Portugal 15 anos depois da cruel morte da modelo
Publicado em 6 de janeiro de 2026 às 15:24
Por Guilherme Guidorizzi | Notícias da TV, novelas e famosos
Escreve sobre novelas e entrevista o elenco para trazer as novidades dos próximos capítulos. Produz conteúdos sobre famosos e TV.
Um mistério de 15 anos sobre Eliza Samudio e sua saída de Portugal finalmente vem à tona, revelado pelo Itamaraty. Enquanto o passaporte da modelo reaparece em solo europeu, novas informações expõem como ela deixou o continente sem o documento. Descubra o que o órgão oficial revelou sobre esse capítulo sombrio e chocante.
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O único passaporte de Eliza Samudio foi encontrado em uma casa de Portugal 15 anos após o brutal assassinato da modelo. E agora, o Itamaraty explicou como a ex-namorada de Bruno Fernandes fez para deixar a Europa sem o documento.

Enquanto isso, o irmão da atriz, Arlie Moura relatou abalo emocional com a nova notícia envolvendo a irmã e descartou uma hipótese dela permanecer viva quase duas décadas após o homicídio. Então goleiro do Flamengo na época da morte de Elisa, em 2010, o ex-jogador foi condenado a cerca de 22 anos de prisão por sequestro e ocultação de cadáver entre outros crimes - o corpo dela jamais foi encontrado.

Em 2018, Bruno, pai de Bruninho, fruto do seu relacionamento com a modelo, passou a cumprir pena no regime semiaberto. Já em 2023, o ex-goleiro rubro-negro e hoje funcionário de uma loja de móveis evoluiu para a liberdade condicional.

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De acordo com fontes junto ao Itamaraty, Eliza Samudio embarcou na Europa com uma ARB (Autorização de Retorno ao Brasil), explicaram ao "Portal Leo Dias". Esse documento quem emite são os consulados brasileiros. 

O único passaporte da modelo e ex de Bruno possui uma única marcação de data de entrada (5 de maio de 2007). Após ser encontrado, o documento foi entregue no consulado do Brasil na capital portuguesa.

"O consulado vai apenas receber instruções de Brasília e cumprir o que for determinado", disse o órgão, acrescentando que funciona de forma independente à embaixada.

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