Amiga grávida que escolheu Preta Gil como madrinha da filha toma decisão emocionante após morte da cantora: 'Na ausência…’
Publicado em 14 de dezembro de 2025 às 08:53
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
Maria, filha de Malu Barbosa, nasceu em outubro, cerca de três meses após a morte de Preta Gil.
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Malu Barbosa compartilhou detalhes da amizade de longa data com Preta Gil, que morreu em julho deste ano em decorrência de complicações de um câncer no intestino. A empresária havia escolhido a cantora para ser madrinha de sua filha, Maria, nascida em outubro deste ano. Com a partida da amiga, ela decidiu dividir a missão com pessoas da família Gil.

Malu revelou a decisão em conversa com seguidores do Instagram. A responsável por batizar a pequena Maria será Marina Morena, filha do coração de Gilberto Gil. “Preta vai ser sempre a madrinha da Maria! Ela mesmo que decidiu (risos). Mas na ausência dela, Marina Morena vai batizar minha filha! Ela e Sol [neta] vão representá-la em vida!”, anunciou a empresária.

Maria é fruto da relação de 19 anos de Malu com Paulo Henrique Ferreira. “Casamos em 2013 e Preta foi nossa madrinha de casamento”, conta.

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Braço-direito de Preta nos momentos mais críticos da batalha contra o câncer, Malu negou envolvimento amoroso com a artista. “Não [namoramos]! Nosso amor é de irmãs mesmo. Muito amor”, define.

Malu também conta que se aproximou de Preta por intermédio de Bela Gil. “Eu inicialmente conheci a Bela. Depois que ela foi morar fora, me aproximei um pouco mais da Preta.” 

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GOMINHO DETALHA ÚLTIMOS MESES DE VIDA DE PRETA GIL: ‘COGITOU SUICÍDIO ASSISTIDO’

Gominho fez um forte desabafo sobre os últimos meses de vida de Preta em entrevista ao programa “Sem Censura”. Em meio ao tratamento experimental que realizou nos Estados Unidos, a cantora cogitou desistir de tudo e recorrer ao suicídio assistido. Proibida no Brasil, a prática consiste em um paciente com doença grave ingerir uma dose letal de um fármaco prescrito por um médico.

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“Ela teve o recurso do tratamento lá fora, que é uma coisa que nem todo mundo tem, e aí, na época, ela ficou se questionando muito: ‘Não sei se eu paro tudo, não sei se eu faço o suicídio assistido’. Ela cogitou essa hipótese”, conta Gominho. 

Segundo Gominho, o câncer teve um avanço ainda maior nos 10 dias em que Preta interrompeu o tratamento por conta de uma infecção. Poucos dias antes de vir a óbito, ela recebeu a notícia de que o procedimento não teria mais eficácia. Foi quando, de acordo com o amigo, “ela se entregou”.

“Ela teve uma infecção e ficou 10 dias sem fazer o tratamento lá fora. Nesses dez dias, o câncer comeu ela. Quando o médico falou que não adiantava mais fazer o tratamento, dali ela se entregou. Ela parou de falar, só mexia a cabeça, ela só estava esperando o aval real. Pra mim, ela se entregou”, lembra o amigo.

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