Serginho Groisman em seus programas abriu espaço para discussão de temas como sexo, álcool e drogas em uma conversa franca com os jovens da plateia. Aos 75 anos, o apresentador da Globo que já surgiu em sonhos eróticos de garota do auditório classificou certa vez como tardio o início de sua vida sexual, dando detalhes de como foi primeira vez, dentro do Equipe, que nos anos 1970 era um cursinho pré-vestibular.
Mas e em relação às drogas e às bebidas? Em 1998, Serginho admitiu já ter fumado maconha, em raras ocasiões, e que não tinha histórico de porre de bebidas alcóolicas. "Fumei maconha. Pouquíssimo. Mas experimentei só maconha, nunca quis experimentar LSD", declarou à revista "Playboy" de setembro daquele ano e sem imaginar que dali a 12 meses deixaria o SBT rumo à Globo.
"Fumei duas vezes bem fumadas e me fez muito mal. Lutei contra o prazer que a maconha poderia estar me trazendo, achava que não estava no controle, não me entreguei. Bebi durante um tempo, mas passava mal, hoje não bebo nada", voltou ao assunto em 2014, mas para a revista "Quem".
Casado há mais de uma década com a dentista Fernanda Molina, Serginho foi questionado pela publicação como era sua rotina no então cursinho nos anos 1970. "Ali tinha os militantes, os maconheiros, os ricos. Eu ficava lá flutuando. E tinha também uns personagens. Muita gente enlouquecia lá por causa de drogas", recordou o comunicador que chegou a cursar Direito, faculdade abandonada por uma grande paixão.
"Não (experimentei cocaína). Nem bebo. Não tenho histórias de porre, de drogas, não tenho mesmo. Mas muita gente cheirou, muita gente tomou ácido. O Equipe era uma mistura. Gente que se envolvia com droga, gente de (diferentes) tendências (políticas) estudantis. Tinha a tendência dos loucos e tinha o pessoal mais intelectualizado", prosseguiu Serginho, que foi em determina ocasião parceiro de mesa de jogo de cartas de um conhecido político brasileiro.
Na década seguinte, 1980, Serginho chegou à TV pela Gazeta. Em seguida, foi para a TV Cultura e em agosto de 1991 estreou no SBT com o "Programa Livre", que em cerca de oito anos com ele no comando passou por inúmeras mudanças de horário na programação. Além de ter tido edições extras durante a semana, aos sábados e aos domingos.