Violinista processa Will Smith por assédio sexual e demissão injusta; músico acusou astro de 'comportamento predatório' durante turnê em 2025
Publicado em 3 de janeiro de 2026 às 14:22
Por Rahabe Barros | Reality show e TV
Carioca, libriana e apaixonada pelo mundo de celebs, memes, música e reality show. Setorista de Bruna Marquezine no site (amo!).
Músico entrou com um processocontra Will Smith e a Treyball Studios Management, alegando que foi submetido a 'comportamento predatório' e que estava sendo 'deliberadamente aliciado e preparado' para exploração sexual durante a turnê 'Based on a True Story: 2025'
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Will Smith se tornou alvo de uma controvérsia judicial após um músico que integrou sua turnê mover uma ação contra ele. O violinista Brian King Joseph entrou com um processo acusando o artista e a empresa Treyball Studios Management de assédio sexual, demissão indevida e retaliação.

Na ação, Brian afirma que teria sido exposto a um ambiente marcado por “comportamento predatório” e que estaria sendo “deliberadamente aliciado e preparado” para exploração sexual durante a turnê “Based on a True Story: 2025”, realizada no ano passado.

Segundo documentos judiciais obtidos pela revista Variety, o vínculo profissional entre os dois teve início em novembro de 2024, quando Will Smith contratou o músico para uma apresentação em San Diego. Posteriormente, Joseph foi convidado a integrar oficialmente a turnê de 2025 e também a colaborar no próximo álbum do artista.

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Will Smith teria feito comentários de cunho pessoal ao intesificar convivência com músico

O violinista relata que, à medida que a convivência se intensificava, Smith teria feito comentários de cunho pessoal, incluindo a frase: “Você e eu temos uma conexão tão especial, que eu não tenho com mais ninguém”. 

Ainda de acordo com o processo, os acontecimentos teriam se agravado em março de 2025, durante a primeira etapa da turnê, em Las Vegas.

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Joseph afirma que, nesse período, sua mala - onde estava a chave do quarto de hotel - ficou desaparecida por algumas horas enquanto estava sob responsabilidade da equipe de produção. Ao retornar ao quarto naquela noite, ele teria percebido sinais de que alguém entrou “ilegalmente” no local.

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O espaço, segundo o relato, continha objetos deixados pelo suposto invasor, como lenços umedecidos, um frasco de medicamento para HIV prescrito a outra pessoa e um bilhete manuscrito descrito como perturbador, com um coração desenhado. A mensagem dizia: “Brian, volto no máximo às 5:30, só nós dois, Stone F.”

O músico interpretou o episódio como um indicativo de que “um indivíduo desconhecido retornaria em breve ao seu quarto para praticar atos sexuais” com ele. Após comunicar o ocorrido à segurança do hotel, à equipe de Will Smith e às autoridades policiais, Joseph alega que o clima profissional se deteriorou de vez.

De acordo com o processo, um integrante da equipe de gestão teria tentado “envergonhá-lo” por relatar o episódio e, em seguida, seu contrato foi encerrado sob a alegação de que a história teria sido inventada.

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Brian King Joseph afirma ainda que sofreu consequências emocionais e financeiras após a demissão, incluindo o desenvolvimento de PTSD (Transtorno de Estresse Pós-Traumático) e perdas econômicas significativas. Ele pede indenização em valor a ser definido por um júri.

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