Alguns meses depois de dar à luz sua terceira filha, Eva, a apresentadora Angélica passou por um processo de readequação alimentar e física que, à época, chamou atenção pelo resultado rápido e saudável. Durante a gestação, ela havia engordado cerca de 12 quilos e contou que os primeiros seis desapareceram naturalmente. No entanto, ao encerrar a amamentação, decidiu intensificar os cuidados.
“Quando parei de amamentar, decidi intensificar o treino para eliminar o restante. Também busquei uma nutricionista e mexi na dieta. Acredito que uma coisa não funciona sem a outra”, afirmou na época.
Quando Eva completou oito meses, Angélica procurou a nutricionista carioca Andrea Santa Rosa Garcia para reorganizar o cardápio do dia a dia. Embora já tivesse hábito de consumir alimentos saudáveis e naturais, ela queria atualizar a alimentação diante das novidades que vinham ganhando espaço. “Quis saber mais e reorganizar minha cozinha”, disse na época á revista "Boa Forma".
Há mais de duas décadas sem consumir carne vermelha, Angélica precisava compensar nutrientes essenciais com outras fontes. Assim, passou a reforçar o cardápio com peixes, shiitake, quinoa e ovos. Nesse processo, a nutricionista retirou alimentos com glúten e lactose, mudança imediatamente aprovada pela apresentadora. “Senti que a digestão ficou mais fácil e emagrecer também”, relatou.
Mesmo com uma alimentação equilibrada, exames de sangue revelaram, na época, uma deficiência de ferro, corrigida com suplementos vitamínicos e minerais recomendados pela especialista. “Incluímos ainda alguns antioxidantes para facilitar o emagrecimento e suplementos para manter o intestino saudável e funcionando direito”, explicou Andrea. Com o apoio de sua equipe, a nutricionista montou um menu variado, acompanhando a reeducação alimentar da apresentadora.
- Café da manhã: nos dias de treino, ela tomava um shake de leite de amêndoas com frutas vermelhas, chia e whey protein. Depois do exercício, bebia um suco de frutas. Nos dias sem atividade física, optava por um suco acompanhado de um sanduíche com pão sem glúten e queijo de búfala. Às vezes, substituía o pão por tapioca com geleia ou um ciabatta com ovo mexido.
- Estratégia para controlar a fome: Angélica sempre consumia uma salada grande ou uma sopa antes da refeição principal para evitar exageros e procurava não passar longos períodos sem comer.
- Leguminosa preferida: na época, ela dizia não abrir mão do feijão, especialmente o azuki, por ser mais rico em ferro.
- Alimentos que causavam inchaço: após uma série de exames, Angélica não identificou alergias alimentares, mas relatava que reduzir o glúten havia facilitado a digestão e diminuído a sensação de inchaço.
A combinação entre dieta, treinos e acompanhamento profissional fez com que Angélica recuperasse o corpo após a gestação, consolidando um estilo de vida saudável que virou referência para muitas mães naquele período.