Se você cresceu vendo discussões familiares, é possível que hoje você aja assim sem perceber. A Psicologia identifica cinco padrões emocionais comuns
Publicado em 2 de janeiro de 2026 às 14:10
Identificar e cuidar dessas características é entender o impacto do passado e impedir que elas permanecem ativas em contextos onde não são mais necessárias.
Se você cresceu vendo discussões familiares, é possível que hoje você aja assim sem perceber. A Psicologia identifica cinco padrões emocionais comuns Neste final de ano, as reuniões familiares se tornam cenário de brigas e discussões e muita gente não pondera os impactos que esse cenário caótico causa em crianças Nem sempre é sobre o que é dito, mas é a forma como as emoções, os conflitos e o afeto são geridos Crianças que presenciaram discussões familiares podem repetir este padrão sem nem perceber Identificar e cuidar dessas características é entender o impacto do passado e impedir que elas permanecem ativas em contextos onde não são mais necessárias. Confira a seguir
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Neste final de ano, as reuniões familiares garantem momentos inesquecíveis e que reforçam os laços afetivos. No entanto, isso pode não ser realidade em muitos lares. A mesa de Natal se torna cenário de brigas e discussões e muita gente não pondera os impactos que esse cenário caótico causa em crianças.

Nem sempre é sobre o que é dito, mas é a forma como as emoções, os conflitos e o afeto são geridos. “Muitas pessoas não se lembram de grandes eventos traumáticos, mas recordam uma sensação constante de desconforto”, explica a psicóloga Leticia Martín Enjuto em depoimento à revista CuerpoMente e repercutido pelo portal GIZMODO.

Crianças que presenciaram discussões familiares podem repetir este padrão sem nem perceber. Embora a subjetividade tenha papel essencial para tornar individual a forma com que cada pessoa lida, a Psicologia ajuda a identificar cinco padrões emocionais comuns.

Identificar e cuidar dessas características é entender o impacto do passado e impedir que elas permanecem ativas em contextos onde não são mais necessárias.

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Hipervigilância emocional constante: Quando adultos, essas pessoas, quase sem perceber, estão constantemente atentas ao humor dos outros. Eles detectam silêncios estranhos, mudanças de tom de voz e os gestos mais sutis. Trata-se de uma estratégia de sobrevivência. Pode parecer uma vantagem, mas isso pode se transformar em exaustão emocional, ansiedade e dificuldade para relaxar, mesmo quando tudo parece bem. 

O conflito como sinal de perigo: Às vezes, é necessário entrar em conflito para resolver problemas e garantir uma convivência mais saudável. No entanto, para essas pessoas, um confronto é sempre ameaçador, porque o corpo se lembra daquele caos do passado. Com isso, elas evitam conflitos a todo custo. O problema não é o conflito em si, mas a falta de habilidade para lidar com ele sem gritos, acusações ou medo de perder o relacionamento.

Responsabilidade emocional excessiva: Elas costumam se sentir responsáveis pelo bem-estar emocional dos outros. Essas pessoas frequentemente têm dificuldade em estabelecer limites e sentem-se culpadas quando a outra pessoa está sofrendo.

Ambiguidade em relação à intimidade: Quando a relação se aprofunda, uma série de sentimentos ruins invade a pessoa: medo, insegurança, necessidade de distância. Um cenário caótico na infância pode causar a contradição entre querer estar com uma pessoa e, ao mesmo tempo, não se sentir seguro para isso.

Autocrítica e distanciamento emocional: Crescer em um ambiente tenso muitas vezes leva as crianças a evitarem demonstrar suas emoções. Na vida adulta, isso resulta em altos níveis de estresse e dificuldade em se posicionar em casos de desconforto. O controle emocional que parecia útil na infância pode desconectar a pessoa dos próprios sentimentos.

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Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
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