Questionada pela vitória no "Melhores do Ano", da Globo, Simone Mendes se envolveu em nova polêmica. Dessa vez, as críticas vieram por conta de sua religião e a inclusão de uma música no seu repertório a respeito de infidelidade, "P de Pecado".
Cristã, a irmã de Simaria Mendes se posicionou e lamentou os ataques. "É uma pena. Quem tem que condenar é só Deus, que tem que dizer o que está certo e o que está errado. Eu continuo levando amor, alegria e vou continuar cantando porque essa é minha arte", afirmou a proprietária de um avião milionário.
"A minha fé em Deus não tem nada a ver com o que eu canto. Tenho uma conduta de vida", prosseguiu a mulher do empresário Kaká Diniz, pai de seus filhos, Henry (11 anos) e Zaya (de 5). Em outro momento, citou a música "Maria Chiquinha", cantada por Sandy & Jr. na infância e cujo um dos versos, que fala em cortar a cabeça, já foi condenado pelo cantor.
Na página "Circo da Mídia", a explicação de Simone rendeu mais críticas à "Coleguinha". "Ou serve a Deus ou ao mundo, não tem essa de dois pensamentos", disparou uma. "Comparação sem noção, Simone. Era melhor não justificar nada", provocou uma segunda. "Está lendo a Bíblia errado, amiga. Leia de novo", "orientou" uma terceira.
E, claro, teve quem defendesse a artista. "Então não pode haver policial cristão porque ele pode matar as pessoas? Não pode ter advogado criminalista cristão porque ele está a defesa de criminosos? Quanta hipocrisia de vocês. O trabalho dela é esse. Nossa profissão não deve ser régua para o julgamento de terceiros. Apenas Deus sabe o que rege nossos corações", afirmou uma internauta.
Há pouco mais de um mês, a Acadêmicos de Niterói levou para a Sapucaí no carnaval do Rio uma ala que gerou polêmica e representava uma "família conservadora", dentro de latas de alumínio. Acusada de propaganda eleitoral antecipada, a escola que fez homenagem ao presidente Lula foi rebaixada à Série Ouro e atacada por Kaká Diniz.
"Você já percebeu como virou moda ridicularizar quem acredita em família, em fé, em valores? Você vai lá e se depara com uma escola de samba criando uma narrativa, um enredo, para debochar das famílias conservadoras", disse o empresário, dono de mansão de três andares. "Compromisso, filhos criados com referência, a fé como base moral, valores inegociáveis. Isso é conservadorismo", prosseguiu, sendo atacado na web por internautas que citaram, justamente, "P de Pecado".