'O pior steak tartare que já comi': restaurante de Henrique Fogaça, do 'MasterChef', é DETONADO por carne de R$ 125 comparada a comida de gato, ceviche que 'amarrava a boca' e sobremesa que virou 'papa'; Jacquin sai em defesa do amigo: 'Merece respeito'
Publicado em 7 de novembro de 2026 às 14:20
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Por Luiz Eugênio de Castro | Reality show, redes sociais e TV
Leonino apaixonado por entretenimento e cultura pop! Filho legítimo de Britney Spears e obcecado pela Anitta, claro!
Restaurante do chef do 'MasterChef Brasil' recebeu duas estrelas e classificação regular em avaliação que apontou falhas em diferentes pratos do cardápio
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O restaurante de Henrique Fogaça virou assunto fora da cozinha do "MasterChef". Conhecido pelas avaliações rigorosas que faz dos pratos apresentados no reality culinário, o chef agora foi alvo de uma crítica gastronômica bastante contundente publicada pela Folha de S.Paulo. O feitiço virou contra o feiticeiro!

A avaliação apontou problemas de preparo, textura e sabor em diferentes receitas do Sal Gastronomia, em São Paulo, e chamou atenção também pelos preços cobrados pela casa. Vish! Após o "bafafá", Érick Jacquin, amigo e colega de Fogaça no programa, decidiu se manifestar publicamente. 

Embora tenha reconhecido a importância do trabalho dos críticos, o francês questionou a maneira como a jornalista descreveu um dos pratos e afirmou que o colega merece respeito.

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Steak tartare de R$ 125 foi o principal alvo da crítica

Publicada em 5 de novembro de 2026, a avaliação foi assinada por Priscila Pastre, crítica gastronômica do Guia e Comida da Folha. O texto, intitulado "Sal atrai pela fama de Fogaça, mas decepciona com pratos descuidados", atribuiu duas estrelas ao estabelecimento, classificação definida pelo jornal como "regular".

O prato que mais chamou atenção foi o steak tartare de mignon, vendido por R$ 125, segundo os valores publicados na reportagem. A jornalista questionou a textura da carne, que, em sua avaliação, parecia moída e prensada, em vez de picada na ponta da faca. Também apontou problemas no ovo de codorna servido sobre a preparação e nas batatas rústicas que acompanhavam o prato.

Pastre escreveu que a carne parecia ter saído de uma "latinha de comida de gato". Ao concluir a avaliação do tartare, classificou o preparo como desleixado e sem sal. Eita! A crítica não ficou restrita à entrada. O ceviche de caju, que custava R$ 46, também recebeu observações negativas. Para a jornalista, o prato era doce e adstringente em excesso, enquanto ingredientes como cebola roxa, coentro, pimenta-biquinho e salsão não apresentavam equilíbrio entre si.

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Pratos principais custavam até R$ 176; sobremesas também entraram na avaliação

Entre os pratos principais, o stinco de cordeiro com nhoque aparecia no cardápio por R$ 176. Nesse caso, a avaliação foi dividida: Pastre elogiou a carne, descrita como carnuda e tenra, e o demi-glace, mas considerou o nhoque na manteiga de sálvia excessivamente cozido e mole.

O risoto de shimeji, por R$ 102, também foi alvo de ressalvas. A jornalista reconheceu que a porção era bem servida e que o arroz apresentava cremosidade, mas apontou que os grãos estavam mais duros que o ponto al dente. O shimeji, segundo ela, tinha textura borrachuda, enquanto a castanha-do-pará cortada grosseiramente deixava um resultado gorduroso.

Até o menu infantil entrou na discussão! O nhoque ao sugo, vendido por R$ 65, foi considerado pequeno para uma criança. Pastre contou 17 unidades no prato e afirmou que a porção, sem acompanhamento, não foi suficiente para satisfazê-la.

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As sobremesas tiveram resultados diferentes. O pudim de cumaru com sementes de papoula, que custava R$ 46, foi elogiado pelo frescor e pelo toque discreto da especiaria amazônica, além da calda de frutas vermelhas. 

Já a torta de maçã-verde, por R$ 53, desagradou pela massa esfarelenta e pela fruta cozida além da conta. "Um doce sem estrutura ou crocância, que logo virou uma papa no prato", disparou ela. A jornalista também relatou que o café pedido para acompanhar o doce não chegou à mesa.

Jacquin reconhece importância da crítica, mas questiona o tom usado pela jornalista

Foi nesse cenário que Erick Jacquin decidiu defender o colega. Em vídeo publicado nas redes sociais, o chef francês afirmou que avaliações jornalísticas são importantes para que restaurantes identifiquem problemas e melhorem seus serviços. Sua discordância, porém, foi direcionada à comparação feita por Pastre entre o steak tartare e uma latinha de comida de gato.

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“Eu respeito muito o trabalho dos jornalistas e dos críticos gastronômicos. A crítica é importante, mas a maneira de falar também faz toda a diferença. [...] Quem vive a gastronomia sabe como é difícil abrir um restaurante, manter uma equipe e fazer tudo funcionar. Por trás de cada prato existe muito trabalho, dedicação e famílias que dependem daquele negócio”, disparou. 

"Eu acho que o jornalista que vem dentro dos nossos restaurantes deveria falar de um jeito diferente", afirmou Jacquin. O chef também defendeu que os críticos deem mais de uma oportunidade aos restaurantes antes de publicar uma avaliação negativa. Na visão dele, seria importante voltar ao local, fazer uma segunda ou terceira visita e, se os problemas persistirem, registrar a crítica.

Na legenda da publicação, Jacquin reforçou o apoio ao amigo: "Meu amigo Fogaça merece respeito, assim como qualquer profissional". Ele acrescentou que criticar faz parte do trabalho, mas que o respeito precisa ser fundamental.

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Fogaça compartilhou a defesa, mas não comentou a crítica

Henrique Fogaça não havia se manifestado diretamente sobre a avaliação da Folha até a publicação desta reportagem. O chef, no entanto, curtiu e compartilhou o vídeo de Jacquin em seu perfil. 

A reação do francês acabou levando a discussão para outro terreno. Em comentários publicados nas redes sociais, internautas questionaram a diferença entre a maneira como os jurados avaliam os participantes do "MasterChef" e a reação de Jacquin diante de uma crítica ao restaurante de um colega. "Eles exigem horrores de quem tá começando e não aceitam críticas?? Tá bom", disparou um perfil no Instagram.

"Parem de passar pano, foi tudo filmado e mostrado exatamente por isso. Estava sinistro o estado da comida mesmo, especialmente para um restaurante extremamente caro pelo que entrega. E as reclamações são recorrentes", comentou outro. "Lembro que o Fogaça falou em rede nacional que não ia provar a comida de uma participante de um programa pois estava horrível. Quando acontece com o outro tá certo e quando acontece comigo tá errado?", criticou mais alguém.

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