‘Chato’, ‘apagado’… Além de Taís Araujo, saiba três atores que estão insatisfeitos com as mudanças de Manuela Dias em ‘Vale Tudo’
Publicado em 29 de agosto de 2025 às 12:49
Por Matheus Queiroz | Notícias dos famosos, TV e reality show
Jornalista por vocação, apaixonado por música, colecionador de CDs e neto perdido de Rita Lee.
Taís Araujo não escondeu o incômodo de ver a personagem Raquel voltar a vender sanduíche na praia, enquanto, na versão original, ela permanece rica.
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Taís Araujo surpreendeu o público ao expor de forma sincera seus incômodos com os rumos da personagem Raquel no remake de “Vale Tudo”. No entanto, ela não é a única insatisfeita com as muitas mudanças propostas por Manuela Dias. As informações a seguir são do colunista Gabriel Vaquer, do jornal Folha de São Paulo.

De acordo com a publicação, três atores já manifestaram alguma frustração com as alterações do remake: são eles Humberto Carrão (Afonso Roitman), Malu Galli (Celina) e João Vicente de Castro (Renato).

O argumento mais comum é que as mudanças do remake tornam os personagens menos profundos e interessantes do que na versão de 1988, escrita por Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères.

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Carrão, por exemplo, acha seu Afonso chato, o que resulta em uma falta de torcida do público e atrapalha o final feliz com Solange Duprat (Alice Wegmann). Já João Vicente acredita que o novo Renato ficou bem apagado na trama em comparação com o original. 

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Enquanto nesta altura da trama na versão original, Raquel já estava poderosa e bem-sucedida, na adaptação, a personagem voltou a vender sanduíche na praia. Taís fez as críticas durante entrevista ao repórter Patrick Monteiro, da revista Quem. Ela se disse “triste” e “frustrada” e afirma que esperava que a personagem traria uma nova representação de mulheres negras nas novelas.

"Quando peguei a Raquel para fazer, falei: 'Cara, a narrativa dessa mulher é a cara do Brasil. E ela vai ter uma ascensão social a partir do trabalho. Vai ser linda e ela vai ascender e ela vai permanecer. Isso vai ser uma narrativa muito nova do que a gente vê sobre representação da mulher negra na teledramaturgia brasileira'. Quando vejo que isso não aconteceu, como uma artista que quer contar uma nova narrativa de país, e a dramaturgia proporciona isso, confesso que fico triste e frustrada", desabafou a intérprete.

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