A psicologia aponta: as pessoas de 30 e 40 anos que jogam videogame só verão aos 70 os benefícios deste hábito
Publicado em 1 de maio de 2026 às 19:47
Por Lais Seguin | Colaboradora
Formada em Jornalismo pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), atua na imprensa desde 2021 com foco em conteúdo de entretenimento, comportamento e cotidiano. Produz matérias leves, informativas e conectadas ao universo dos famosos e das tendências, com linguagem acessível e olhar atento ao que desperta o interesse do público.
Videogames após os 30 anos estão sendo reinterpretados pela psicologia como um possível estímulo positivo ao cérebro, e não sinal de imaturidade. Estudos sobre envelhecimento ativo e reserva cognitiva indicam que o hábito pode influenciar a saúde mental no futuro.
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Um novo olhar da psicologia vem mudando a forma como adultos que jogam videogames após os 30 ou 40 anos são percebidos. Antes associados à imaturidade, esses jogadores agora entram no centro de discussões sobre cognição e envelhecimento saudável.

A ideia central é que a prática constante de jogos eletrônicos pode atuar como um tipo de estímulo cognitivo contínuo, ajudando a manter o cérebro mais ativo ao longo dos anos.

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Envelhecimento ativo e a reserva cognitiva

A base dessa discussão ganhou força após a Organização Mundial da Saúde trazer o conceito de envelhecimento ativo em 2002, ligado à importância de manter o cérebro estimulado para retardar processos degenerativos.

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Essa reserva cognitiva seria uma espécie de “estoque mental”, formado ao longo da vida, que ajudaria o cérebro a lidar melhor com o envelhecimento e possíveis doenças neuro degenerativas.

O que a ciência ainda está observando

Pesquisas já indicaram aumentos em áreas do cérebro após meses jogando determinados títulos, como jogos de plataforma em 3D, com destaque para o clássico ‘Super Mario 64’, frequentemente citado em estudos sobre memória espacial e aprendizado. No entanto, ainda não existem dados conclusivos sobre os efeitos reais na velhice, já que essa geração ainda não chegou aos 70 anos.

A expectativa de especialistas é que, no futuro, seja possível comparar estilos de vida e hábitos digitais com a saúde cognitiva na terceira idade.

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O debate continua aberto

Apesar das hipóteses positivas, especialistas reforçam que ainda é cedo para cravar conclusões definitivas. O que existe hoje é um conjunto de indícios que apontam para possíveis benefícios cognitivos.

Ana Maria Braga revela hobby inesperado no Podpah

Durante entrevista ao podcast PodPah, a comunicadora da TV Globo revelou um lado pouco conhecido do público: o de gamer casual.

A apresentadora do Mais Você contou que os videogames fazem parte da sua rotina como forma de descanso mental.

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"Paro lá por uma hora, o problema some e aparece a solução. Você limpa a cabeça, limpa o HD", disse ela, arrancando reações animadas dos apresentadores Igão e Mítico.

Jogos como forma de relaxamento e foco

Ana Maria explicou que enxerga os videogames como uma ferramenta de pausa mental e reorganização de ideias.

Segundo ela, o momento de jogo ajuda a “desligar” da rotina intensa da televisão e voltar com mais clareza para os desafios do dia.

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Uma nova imagem para os videogames

A revelação reforça como os videogames vêm deixando de ser vistos como um hobby restrito a jovens e passando a integrar rotinas de diferentes gerações.

No caso de Ana Maria Braga, o hábito aparece ligado a bem-estar, foco e descontração no dia a dia.

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