Débora Bloch defende paixão entre Lígia e Miguel em 'Sete Vidas': 'Muito forte'
Publicado em 22 de abril de 2015 às 16:23
Lígia, personagem de Débora Bloch na novela "Sete Vidas", vai enfrentar uma situação inesperada nos próximos capítulos do folhetim das seis. Miguel (Domingos Montagner), até então considerado morto, retornará, deixando a jornalista dividida entre sua grande paixão e o casamento estável construído com Vicente (Angelo Antonio). A emoção do reencontro será tão forte que Lígia irá desmaiar ao revê-lo. Para Débora, a dúvida de sua personagem é totalmente compreensível. "Ela tem uma relação de paixão com o Miguel, é algo muito forte, embora ele seja um homem que não consegue criar laços", pontua a atriz. "O Vicente é aquele homem que não existe (risos). É um homem perfeito, legal, bom pai, bom marido, companheiro... É um cara ideal, mas a história com o Miguel ficou mal resolvida, né? Foi uma história interrompida", avalia. 'Ser protagonista não é o mais importante' Em "Sete Vidas", Débora repete a parceria com Domingos. Ela foi par romântico do ator na estreia dele em novelas, em "Cordel En
Débora Bloch defende paixão entre Lígia e Miguel em 'Sete Vidas': 'Muito forte'
Em 'Sete Vidas', Miguel (Domingos Montagner) vai voltar e mexer com a cabeça de Lígia (Débora Bloch)
Mesmo achando que Miguel (Domingos Montagner) estava morto, Lígia (Débora Bloch) nunca o esqueceu
Lígia (Débora Bloch) e Miguel (Domingos Montagner) vivem uma intensa paixão em 'Sete Vidas'
Por causa de Miguel (Domingos Montagner), Lígia vai abrir mão de seu casamento com Vicente (Angelo Antonio)
Miguel (Domingos Montagner) ou Vicente (Angelo Antonio)? Com quem Lígia (Débora Bloch) deve ficar?

Lígia, personagem de Débora Bloch na novela "Sete Vidas", vai enfrentar uma situação inesperada nos próximos capítulos do folhetim das seis. Miguel (Domingos Montagner), até então considerado morto, retornará, deixando a jornalista dividida entre sua grande paixão e o casamento estável construído com Vicente (Angelo Antonio). A emoção do reencontro será tão forte que Lígia irá desmaiar ao revê-lo.

Para Débora, a dúvida de sua personagem é totalmente compreensível. "Ela tem uma relação de paixão com o Miguel, é algo muito forte, embora ele seja um homem que não consegue criar laços", pontua a atriz. "O Vicente é aquele homem que não existe (risos). É um homem perfeito, legal, bom pai, bom marido, companheiro... É um cara ideal, mas a história com o Miguel ficou mal resolvida, né? Foi uma história interrompida", avalia.

'Ser protagonista não é o mais importante'

Em "Sete Vidas", Débora repete a parceria com Domingos. Ela foi par romântico do ator na estreia dele em novelas, em "Cordel Encantado". Situação semelhante aconteceu recentemente com Lilia Cabral e Alexandre Nero em "Império". A atriz havia feito par com ele em seu primeiro papel em folhetins, em "A Favorita". "Dou muita sorte para o Domingos", brinca Débora. "Mas, falando sério, a gente sempre se deu super bem. É um ótimo ator, adoro trabalhar com ele".

Voltar a fazer uma protagonista aos 51 anos - a última havia sido na minissérie "Queridos Amigos" (2008) - não é algo enaltecido pela atriz. "Já tenho muito tempo de estrada. Fiz protagonista, antagonista, comédia, tanta coisa... Pra mim, todo trabalho é a mesma responsabilidade. Ser ou não protagonista não é o mais importante. O mais legal é estar contando uma história bacana e o seu personagem ter uma história que te estimule. E tem um porém: protagonista trabalha mais e tem menos folga", pontua, rindo.

'Minha irmã ficou grávida aos 46 anos'

Lígia, ela avalia, é uma dessas personagem que estimulam. "O tema principal da novela, de irmãos gerados por inseminação que se procuram, eu nem conhecia. Aprendi com o trabalho. Isso é muito bom, até porque é realidade, não é ficção", diz. "Além disso, os papeis femininos são contemporâneos. São mulheres modernas, que trabalham e possuem questões não só afetivas, mas profissionais também", completa a atriz, solteira há três anos.

Na história, a personagem de Débora engravidou na maturidade e, para a atriz, mostrar isso é motivante. "A minha irmã, por exemplo, ficou grávida aos 46 anos, de forma natural. E se querer, não foi planejado", conta. "Eu tive minha filha com 30 anos. Minha mãe me teve com 20. A geração de agora tem filhos perto dos 40 ou até depois. As mulheres têm filhos mais tarde por vários motivos, entre eles, porque são mais independentes e priorizam a profissão. Trazer essa discussão é muito interessante", defende.

(Por Anderson Dezan)

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