Home
Últimas
Famosos Brasileiros
Famosos Internacionais
Famosos na praia
Filhos de famosos
Fotos de famosos
Vídeos
Sertanejo
Últimos Web Stories
Carnaval
Namoro
Instagram dos famosos
Look de famosos
Principais notícias
Todos os temas
Novelas
Novela Um Lugar ao Sol
Novela Quanto Mais Vida, Melhor
Novela Nos Tempos do Imperador
Novela Verdades Secretas
Novela Verdades Secretas II
Novela Carinha de Anjo
Novela Pantanal
Novela Além da Ilusão
Novela Reis
Resumo de novelas
TV
A Fazenda 13
BBB22
Masterchef Brasil
Reality Show
Domingão com Huck
Caldeirão
Mais Você
Encontro com Fátima
Fantástico
Séries
Casamento às Cegas Brasil
Round 6
Cinema
Séries e filmes
Tapete vermelho
Estreias
Oscar
Cannes
Festival do Rio
Angelina Jolie
Jennifer Aniston
Brad Pitt
Tom Cruise
Famosos
Bruna Marquezine
Marina Ruy Barbosa
Virginia Fonseca
Sasha
Anitta
Grazi Massafera
Ivete Sangalo
Kate Middleton
Meghan Markle
Marilia Mendonça
Camila Queiroz
Andressa Suita
Cleo
Sabrina Sato
Larissa Manoela
Paolla Oliveira
Casamento
Noivas
Looks para casamento
Make para casamento
Penteados para casamento
Beleza & Estilo
Cabelos
Maquiagem
Cuidados com a pele
Moda
Primavera/Verão
Outono/Inverno
Beleza & Estética
Saúde e Bem-estar
Beleza Madura
Dieta
Astrologia
Coluna É Trend!

Aos 36 anos, Tainá Müller aprendeu a aceitar o corpo: 'Desconstrução de padrões'

Capa da revista 'Glamour' de outubro, a atriz relatou que enfrentou problemas para lidar com o corpo, apesar de sempre ter se encaixado nos 'padrões' estabelecidos na sociedade. Hoje, aos 36 anos, a artista afirmou que lida melhor com a silhueta: 'Não se trata de um mérito meu, mas de um reflexo desse movimento de desconstrução de padrões e de nível de exigência'

Tainá Müller seguiu os passos de Paola Carosella e destacou a importância de autoaceitação. Capa da revista "Glamour" de outubro, a atriz disse que sofria com os padrões de beleza, apesar de ter sempre ter sido magra: "Hoje tenho um olhar muito mais generoso com o meu corpo do que com 20 anos, quando era modelo e 12 kg mais magra. Quando fotografava em Milão não me achava magra o suficiente, nunca estava satisfeita. Vejo fotos da época e percebo que tinha um corpo 'perfeito', totalmente dentro do 'padrão' e estava infeliz. Agora ele não está neste padrão, mas me sinto mais confortável. E não se trata de um mérito meu, mas de um reflexo desse movimento de desconstrução de padrões e de nível de exigência. Sim, meu corpo está ótimo para uma mulher de 36 anos, com filho. Não, não vou ter mais o corpo de 20 anos porque eu não tenho mais 20".

Atriz aprendeu a aceitar corpo: 'Ninguém vai reparar'

A artista superou os problemas com o corpo e hoje não pensa em mudá-lo: "Entendi que não tenho que almejar um corpo que não é o meu. Já tive barriga sequinha, mas nunca tanque. Por que teria agora? Eu sou essa, é minha genética. O tempo vai passar, meu corpo vai ficar mais disforme, mas dá para manter a dignidade. Se você está bem com você, ninguém vai reparar nos detalhes". A atriz, aliás, disse que o feminismo mudou sua percepção: "Eu sempre me senti internamente muito livre, mas esbarrava com uma falta de liberdade na sociedade. Quando comecei mesmo a estudar, a me aprofundar no feminismo, percebi que fiquei muito tempo à mercê do julgamento desse olhar que não é o que eu sou de verdade. Eu sou mais que meu corpo. Se eu for o meu corpo, acabou. Porque o corpo acaba, é perecível. Eu não quero ser só isso e não sou só isso".

Artista notou mudanças após gravidez: 'Corpo nunca mais foi o mesmo'

Mãe de Martim, de 2 anos, Tainá relatou que a mudança trouxa transformações físicas: "Meu corpo nunca mais foi o mesmo. A gravidez é muito dissonante do estilo de vida que a gente leva. Tinha dias em que eu só queria ficar deitada. Às vezes me sentia enorme, às vezes me sentia linda e tirava uma foto. Agora vejo que estava linda o tempo inteiro. A gente distorce muito nossa imagem por causa da sensação que tem no momento". Segundo a atriz, o puerpério também foi importante: "Foi tão intenso que nem lembro com detalhes. Tive muitos problemas para amamentar, chorei várias vezes de dor, achei que não daria conta. Mas descobri que sou forte. Que o feminino tem algo sagrado. Acredito que se existe uma revolução possível para salvar o mundo, ela vem através do feminino – o feminino das mulheres e dos homens".

(Por Tatiana Mariano)

Acompanhe também as últimas notícias dos famosos pelo nosso Facebook.