Namorada de Dado Dolabella, Marcela Tomaszewski negou mais uma vez que tenha sido agredida pelo ator. Com vasto histórico de acusações de agressões a mulheres e condenações, o ator teria batido na modelo no final de outubro. A miss Gramado (RS) nunca admitiu à agressão em razão de suposta coação de Dado.
[ALERTA: este texto aborda assuntos como estupro, violência doméstica e violência contra a mulher, podendo ser gatilho para algumas pessoas. Caso você se identifique ou conheça alguém que esteja passando por esse problema, denuncie! DISQUE 180]
E no final da noite desta terça-feira (4), Marcela fez um novo post no seu Instagram, rede social onde uma amiga compartilhou fotos da modelo com marcas vermelhas pelo corpo e vídeo dela discutindo com Dado. Na postagem, a modelo se queixou do "julgamento" que vem sofrendo.
"Já deixei claro que nunca fui agredida, e ainda assim continuo sendo atacada diariamente na internet. Inventam mentiras sobre a minha saúde mental, sobre quem eu sou, e até sobre dependência emocional", disparou a miss.
Logo após o post da namorada, com quem se relaciona desde esse semestre, Dado saiu em defesa de Marcela e classificou suas palavras como "fortes e necessárias". Assim como a modelo, o ator condenou o julgamento público à miss, que teria se afastado dele após a possível agressão.
"Que sirvam pra todos refletirem sobre o poder e a responsabilidade que têm ao julgar sem conhecer. Fico triste em ver que esse legado de tanto ódio agora se volta pra você, mas ao mesmo tempo me enche de orgulho saber que você é uma mulher que fala a verdade sem medo de julgamentos", prosseguiu.
"Sua força e coragem incomodam quem vive de mentira, e mais uma vez fica claro que essas pessoas não querem te proteger, querem te calar. Elas não suportam ver alguém que não segue a cartilha de mentiras, e por isso desejam o teu mal. Sou mais você", completou Dado.
Leia na íntegra a nova declaração de Marcela: "Já deixei claro que nunca fui agredida, e ainda assim continuo sendo atacada diariamente na internet. Inventam mentiras sobre a minha saúde mental, sobre quem eu sou, e até sobre dependência emocional.
Sou uma mulher forte, e graças a Deus e à minha vivência, estou conseguindo lidar com essa onda de ódio. Mas é revoltante ver tantas pessoas, inclusive jornalistas, psicólogos e perfis escondidos atrás de telas, se acharem no direito de me julgar, de distorcer fatos e de me diagnosticar sem sequer me conhecer.
Se querem falar de 'estatísticas' e 'diagnósticos', que falem também sobre os índices alarmantes de suicídio causados por ataques on-line. Quantas vidas já foram perdidas por causa da violência digital que muitos tratam como 'opinião'?
E eu pergunto: quando vocês dizem que é 'para salvar alguém', quem é que vai me salvar? Quem estende a mão quando a internet se torna uma arma? Felizmente, eu estou bem. Mas me assusta e me entristece ver tanta gente escolhendo destilar ódio em vez de empatia. Que cada um reflita antes de usar a própria voz para destruir".