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Verão 2022

Mulheres nas Olimpíadas 2020: 7 lições delas que ultrapassam o esporte

Mulheres nas Olimpíadas 2020: 7 lições delas que ultrapassam o esporte
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As Olimpíadas acabaram no domingo (08), mas deixaram aprendizados e discussões importantes protagonizadas por mulheres atletas que vão além do competição por medalhas. Veja mais detalhes a seguir!

Rebeca Andrade, Rayssa Leal, Simone Biles, Rosamaria, Ana Marcela Cunha, Bia Ferreira... Entre medalhistas e nomes mais falados das Olimpíadas de Tóquio 2020, destacaram-se de atletas mulheres de diferentes esportes. E as lições da edição mais igualitária - com 48,8% de mulheres - até agora (já que a edição de Paris aponta para 50% de atletas de cada gênero) vão além dos esportes.

Se você já está começando a se sentir órfã dos Jogos Olímpicos, o Purepeople reuniu pontos importantes que ficaram evidentes em Tóquio, mas ultrapassam as pistas - nas quais Rayssa brilhou e alcançou a prata -, os tatames - palco para as vitórias de Rebeca na ginástica e Mayra Aguiar no judô - e a competição, como um todo.

1) Saúde mental importa

Apontada como especialistas como uma das atletas mais promissoras para a competição, a norte-americana Simone Biles teve uma atitude histórica: deixou de lado três finais - solo, salto e barras assimétricas -, para priorizar sua saúde mental. "Temos que proteger nossas mentes e corpos, não é apenas ir lá [competir] e fazer o que o mundo quer que façamos", indicou.

"Nós não somos apenas atletas, no fim do dia nós somos pessoas, e às vezes temos que dar um passo atrás", afirmou a ginasta, apoiada por diversos atletas e personalidades depois da atitude.

Lições das Olimpíadas
Lições das Olimpíadas

2) Rivalidade feminina? Aqui não!

Veio de Simone outra verdadeira lição: ao invés de boicotar a competição ou torcer para que outras atletas tivessem um desempenho inferior ao seu, a jovem de 24 anos acompanhou nos bastidores e vibrou com as conquistas de outras norte-americanas e até de Rebeca Andrade.

E como definir a amizade de Rayssa Leal e Margielyn Didal senão com uma chuva de emojis fofos? A filipina de 21 anos - que chegou a ouvir do pai que skate era "coisa para homem" - encantou por sua simpatia e também pela animação com a conquista da nossa fadinha!

A amizade de Rayssa Leal e Margielyn Didal
A amizade de Rayssa Leal e Margielyn Didal

3) Seu cabelo, suas regras

Dona de duas medalhas de ouro, a arqueira sul-coreana An San foi alvo de ataques na web... por conta do seu cabelo. Com os fios curtos por ser "prático", nas definições da atleta, ela ofendida em seu país de origem. Para os haters do país asiático - no qual cresce um sentimento antifeminista -, o visual era "feminista" demais.

E ataques de ódio à parte, precisamos destacar que não faltaram visuais cheios de estilo e personalidade entre as atletas, como a de Ana Marcela Cunha, que levou as cores do Brasil no cabelo. "Virou uma mania. Todo campeonato mundial ou eu pinto ou eu corto. Isso me deixa mais tranquila, me distrai", disse a baiana. Afinal, seu cabelo, suas regras!

Ana Marcela Cunha ganhou medalha de ouro na Maratona Aquática
Ana Marcela Cunha ganhou medalha de ouro na Maratona Aquática

4) Representatividade é necessária

Quando falamos em representatividade, caberiam inúmeros exemplos, como o fato de essa edição trazer um número inédito de atletas da comunidade LGBTQIAP+. Entre lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer e não-binários que falam abertamente sobre suas orientações afetivo-sexuais, eram 160 esportistas.

Mas trazendo esse ponto também para a discussão sobre diversidade racial, não tem como não se emocionar quando recordamos a reação de Daiane dos Santos com a vitória de Rebeca Andrade.

"A primeira medalha (feminina de ginástica) do Brasil em um mundial foi negra e a primeira medalha Olímpica é negra. Isso é muito forte. Durante muito tempo as pessoas diziam que não poderia ter uma ginasta negra. Que as pessoas negras não poderiam praticar certos esportes", afirmou a atual comentarista, premiada em diversos campeonatos durante sua carreira.

5) Corpos são diversos

O debate sobre diversidade dos corpos também veio à tona. A goleira Bárbara, da seleção feminina de futebol, e a jogadora de vôlei de praia Rebecca foram julgadas por internautas e até por membros da imprensa, por sua aparência.

Afinal, o que é um corpo de atleta quando existem diversas modalidades olímpicas e diferentes biótipos? Por isso, a diversidade dos corpos é uma premissa básica dos esportes que deve ser respeitada também além deles.

6) Unidas nas vitórias - e nas derrotas também

A edição de Tóquio foi a primeira que incluiu skate como esporte olímpico e, nas pistas, a sororidade entre as atletas roubou a cena. Uma das cenas mais marcantes foi quando a japonesa Misugu Okamoto - que chegou a ser uma das 3 finalistas - caiu em sua última bateria e saiu bastante chateada. Em questão de segundos, foi acolhida pelas outras competidoras e sorriu novamente.

Lições das Olimpíadas: atletas do skate apoiam a japonesa Misugu Okamoto
Lições das Olimpíadas: atletas do skate apoiam a japonesa Misugu Okamoto

Outra cena marcante foi quando a venezuelana Yulimar Rojas quebrou o recorde olímpico no salto triplo e se tornou a primeira atleta do seu país a ganhar ouro. Adversária dela nas pistas, Ana Paleteiro ficou com o bronze e vibrou animada com a conquista de Yulimar.

7) A importância de se posicionar

Saber usar a sua voz também é de extrema importância e a comentarista Karen Jonz foi a prova disto. Integrante da equipe do SporTV, a tetracampeã mundial de skate fez sucesso nas redes por seus comentários descontraídos na modalidade. Entrevistada por Ivan Moré, ela se posicionou depois que ouviu que era conhecida porque "é casada com o Lucas, vocalista do Fresno".


"Não sou conhecida por ser casada com o Lucas. Sou conhecida porque sou tetracampeã mundial e primeira mulher a vencer o X Games", disse. Confira na galeria acima mais momentos marcantes dessa Olimpíada!

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