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Apetite emocional, comportamental, hormonal ou genético? Entenda diferenças para comer saudável

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Entender seu organismo é um passo fundamental para melhorar os hábitos alimentares: a seguir, a nutricionista Aline Quissak aponta as diferenças entre cada 'tipo' de apetite e sinaliza estratégias para te ajudar a melhorar sua alimentação.

Ter uma relação positiva com a alimentação é, sobretudo, uma questão de bem-estar e muito importante do que restringir seu cardápio com dietas sem orientação especializada.

De acordo com a nutricionista e pesquisadora Aline Quissak, um dos pontos mais importantes para regular a alimentação é entender a diferença entre apetite emocional, comportamental, hormonal e genético.

Aline aponta que o apetite emocional está relacionado à influência de um gene chamado MCR4, presente no organismo de algumas pessoas. Ele está relacionado diretamente da produção de serotonina do organismo. Ou seja, quando estão tristes ou cansados, tendem a buscar mais doces e frituras como forma de recompensa por aquele sentimento.

Os fatores comportamental e o genético também influenciam o apetite. "O comportamental é aquele em que temos o hábito de raspar o prato, repetir refeições por educação, que a pessoa come até a barriga doer, já sem fome", destaca Aline.

A busca por alimentos ricos em açúcar e gorduras tem relação com o apetite emocional
A busca por alimentos ricos em açúcar e gorduras tem relação com o apetite emocional

O apetite genético é comum em pessoas que tem o gene FTO, conhecido como gene da fome, e o LEPR, que aumenta a vontade de petiscar. Já o apetite hormonal é comum em pessoas que tem mais resistência à leptina – o hormônio da saciedade -, o que acontece com pessoas com obesidade, com doenças inflamatórias, e até pela TPM.

Confira estratégias que podem te ajudar na regulação do apetite

A nutricionista também aponta alguns hábitos que podem ser inseridos no dia a dia e auxiliam na modulação do apetite.

O primeiro deles é dar tempo ao organismo. "Se estiver comendo muito rápido, pare, respire, descanse o talher. O cérebro precisa desse tempo para dizer ao seu estômago que está satisfeito", explica a nutricionista.

"Coloque um cronômetro no celular de 20 minutos no celular. Se você quiser repetir, tudo bem, mas só depois que o primeiro prato for finalizado e completarem esse período (comendo devagar e apreciando a comida)", acrescenta.

Outra dica é entender a importância da respiração. "A entrada de oxigênio no organismo não só acalma a ansiedade – para não descontarmos as emoções na comida -, como também ativa o hormônio do apetite", indica a especialista.

Um shot de limão por volta de 5 a 10 minutos antes das refeições é outro hábito indicado pela nutricionista. Mas atenção: pessoas que tem gastrite, esofagite e refluxo devem tomar cuidado com essa dica.

"Seja no restaurante ou em casa, tome meio limão espremido antes das refeições (de 5 a 10 minutos antes de comer). O ácido puro do limão antes da comida ativa o CCK, que é um dos hormônios que controla nosso apetite", aponta Aline.

Por fim, a nutricionista salienta que tais pontos são apenas dicas: cada caso é um caso e deve ser avaliado por um especialista. "Essas são estratégias simples, mas como sempre lembro, cada ser humano é único e para o tratamento adequado devemos sempre procurar a ajuda de um especialista", diz.

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