O envelhecimento normalmente é visto como um período de crise na vida adulta. Mas é na faixa etária entre os 60 e 70 anos que geralmente se carregam hábitos que alimentam a satisfação pessoal, em que muitos jovens ligados à tecnologia parecem ter esquecido.
De volta às novelas da Globo, Elisa Lucinda, de 67 anos, mostra vitalidade. A Zuzu da novela 'Coração Acelerado', na Rede Globo, é um exemplo de vitalidade e alegria. É muito provável que a atriz siga um ou esses oito hábitos atemporais que as pessoas idosas mantêm e que parecem torná-las muito mais felizes. Saiba quais são.
Os jovens de hoje estão muito ocupados com o rosto imerso em telas. Diferente deles, pessoas mais velhas absorvem a alegria do cotidiano, saboreando uma boa xícara de café ou simplesmente admirando o nascer do sol.
Ao contrário da maioria da geração Z, pessoas entre 60 e 70 anos gostam de manter laços vividos por meio de interações pessoais.
Encontros familiares religiosamente, ligações semanais e cultivo de amizade com antigos colegas de escola e vizinhos são alguns dos hábitos corriqueiros.
Alguns estudos comprovam que os moradores de Okinawa, no Japão, têm a maior concentração de centenários do mundo, o que atribui à longevidade e felicidade a terem um Ikigai, que se traduz como 'razão de viver'.
Vamos nos inspirar em nossos idosos, que ilustram esse conceito em seu dia a dia. Eles geralmente têm hobbies, participam de clubes de interesse, atividades comunitárias ou até mesmo têm empregos de meio período que lhes dão um senso de propósito além de seus papéis familiares imediatos.
A prática de gratidão ajuda a se conectar com as alegrias da vida e a encontrar a felicidade nas pequenas coisas.
Acredite, existe encantamento em observar pessoas idosas desfrutando das coisas mais simples. Entre as atividades, destacam-se reler um livro favorito, resolver palavras cruzadas, tricotar ou simplesmente sentar no parque para alimentar os pássaros.
Elas não anseiam por uma constante enxurrada de estímulos nem se sentem compelidas a 'acompanhar o ritmo'.
A importância de cuidar de si em primeiro lugar é primordial. Caminhadas regulares, yoga, jardinagem, leitura são atividades que só melhoram o bem-estar, e não são consideradas egoístas.
As pessoas na faixa dos 60 e 70 anos geralmente mantêm uma saudável dose de curiosidade. Elas aprendem e exploram continuamente, não porque precisam, mas porque querem.
As pessoas na faixa dos 60 e 70 anos, no entanto, ilustram de forma elegante que envelhecer não significa estagnação, mas sim a liberdade de explorar, aprender, ser e crescer, superando as restrições sociais e o medo do julgamento que muitas vezes atrapalham nossa juventude.